
Aos trabalhadores da GNB Recuperação de Crédito, ACE
O SINTAF reuniu, no passado dia 16 de Julho com o DCH e a administração da GNB Recuperação de Crédito, ACE. e informa todos os trabalhadores sobre o resultado de tal reunião:
- Referente à cláusula 42 do Acordo de Empresa que está em vigor, o DCH tem uma posição intransigível, são donos da verdade não aceitam nem ouvem qualquer outro argumento, sendo que a leitura que fazem é que ao fim de 7 anos tem de existir 7% de aumento sobre a tabela salarial inicial, de 2011, pondo em causa qualquer tentativa de negociação salarial que possa existir, e ignorando todas as outras tabelas que entretanto foram publicadas no Boletim de Trabalho e emprego (BTE).
Na leitura do SINTAF para o cumprimento da cláusula ainda está em falta um aumento de 0,15%, sobre a última tabela salarial publicada em BTE.
Vamos por à consideração dos associados do SINTAF medidas a tomar nesta matéria.
- O SINTAF referiu a falta de trabalhadores que existe em algumas áreas da empresa e que já começam a comprometer os níveis de serviço e a saúde e bem-estar dos trabalhadores que com muito esforço e dedicação continuam a cumprir as suas tarefas.
Dr. Luis Pina informou que está em desenvolvimento uma nova plataforma informática de maneira a libertar os trabalhadores de tantos papéis e processos burocráticos, o Dr. Luis Pina comprometeu-se, a verificar as carências e a resolver as situações detectadas.
- Quanto ao futuro da DRCR, foi dito por a Dra. Paula Ferreira Borges que está a ser equacionada a hipótese de passar o serviço para Outsourcing, mas ainda estão a fazer os primeiros estudos e está tudo numa fase embrionária, não existindo para já nenhuma decisão nem pensa que vá haver até final deste ano.
Ficou o compromisso de que nada seria feito sem primeiro ser ouvido o único órgão representativo dos trabalhadores deste ACE, o SINTAF.
Como fundamento foi apresentado o bicho PAPÃO da DGCOM, a mesma desculpa que ouvimos durante vários anos, mas sabemos que a DGCOM só aprova ou não os planos enviados para lá.
Esta incerteza de futuro é o resultado da estratégia de negócio do novo accionista, que tem uma única finalidade: Lucros, lucros e mais lucros custe a quem custar.
O SINTAF está ao lado dos trabalhadores da GNB Recuperação de Crédito que sempre demonstraram união e luta pelos seus direitos.
Unidos somos mais fortes.
Não aceitamos esta postura, não aceitamos mais despedimentos, exigimos respeito pelos trabalhadores!
Aos trabalhadores do Novo Banco,
Apesar dos comunicados da empresa e da alegada «obrigatoriedade» de assinatura das cartas sobre isenção de horário de trabalho, a pretexto da vigência do novo Acordo Colectivo do Sector Bancário, o SINTAF esclarece:
– O ACT bancário apenas se aplica aos associados dos sindicatos que o subscreveram, pelo que não é aplicável nem aos sócios do SINTAF nem aos trabalhadores não sindicalizados;
– Não obstante, e para efeitos de evitar discriminações salariais, tem sido prática uniformizar as regras remuneratórias, pelo que se informa que o disposto na Cláusula 32ª do ACT Bancário prevê o seguinte:
CLÁUSULA 32ª – Isenção de horário de trabalho
- 1. Por acordo escrito, podem exercer funções em regime de isenção de horário de trabalho todos os trabalhadores das Instituições, em qualquer das modalidades previstas na lei.
- 2. Os trabalhadores isentos de horário de trabalho, nas modalidades de não sujeição aos limites máximos do período normal de trabalho ou de possibilidade de determinado aumento do período normal de trabalho por dia ou por semana, têm direito a uma retribuição adicional no montante de 25% da retribuição de base.
- 3. A isenção de horário de trabalho não prejudica o direito aos dias de descanso semanal e aos feriados previstos neste Acordo.
- 4. O regime de isenção de horário de trabalho cessa nos termos acordados ou, se o acordo for omisso, mediante denúncia de qualquer das partes feita com a antecedência mínima de dois meses.
Assim, o SINTAF sublinha:
Os trabalhadores que já detêm um acordo de IHT não estão obrigados a celebrar um novo, mantendo-se este plenamente em vigor, com incorporação automática da regra da retribuição adicional sem necessidade de qualquer alteração escrita caso a prevista no acordo seja menor;
Qualquer retribuição superior pode continuar vigente dado que foi acordada entre as partes e, assinando um novo acordo, o trabalhador perderá condições eventualmente mais favoráveis;
O que o Novo Banco prevê com a absorção do valor da remuneração de IHT é uma renúncia expressa do trabalhador a aumentos salariais (com incorporação na retribuição base e compensação com eventuais aumentos o que significa que durante anos os trabalhadores poderão não ter quaisquer aumentos salariais);
A celebração de um novo acordo de IHT permitirá ao Novo Banco a sua denúncia unilateral caso esteja previsto nos actuais que os mesmos só podem ser denunciados por mútuo acordo.
Assim, a Comissão Intersindical do SINTAF aconselha a que nenhum trabalhador assine o documento recebido que representará a renúncia aos seus direitos.
Junta-te ao SINTAF
defende o teu posto de trabalho
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Comissão Intersindical do Sintaf no Grupo NOVOBANCO – Rua Castilho nº 26, 2º Piso – |
A Comissão Intersindical do SINTAF do Novo Banco, tendo tido conhecimento das cartas que estão a ser enviadas aos trabalhadores a propósito da isenção de horário de trabalho, vem alertar:
– A maioria dos trabalhadores têm o seu regime de isenção de horário de trabalho vigente há anos, o que pode significar que o complemento integra já a sua remuneração mensal. Não obstante, o SINTAF aconselha a que todos os trabalhadores verifiquem os seus acordos onde está estabelecida a isenção de horário, a fim de verificar as condições aí estabelecidas;
– O SINTAF sublinha que a Cláusula 32ª do ACT bancário apenas é aplicável aos sócios dos sindicatos que subscreveram o contrato coletivo (que não é o caso do nosso sindicato) e que a remuneração adicional não será inferior à correspondente a duas horas de trabalho suplementar por dia;
– Mais se informa que os acordos celebrados podem prever que a isenção de horário de trabalho apenas possa terminar por acordo entre as partes e não por denúncia unilateral do empregador, por isso é fundamental que todos os trabalhadores verifiquem os termos acordados.
O SINTAF entende que as presentes comunicações não são claras e que os trabalhadores devem solicitar o cabal esclarecimento antes da assinatura de qualquer documento, podendo a entidade patronal ter como objectivo a desvalorização salarial dos trabalhadores do GNB, pretendendo com isto, retirar o pagamento por isenção de horário de trabalho num futuro próximo.
O SINTAF apela a todos os trabalhadores que se informem e exijam os seus direitos.
Junta-te ao SinTAF defende o teu posto de trabalho
O SinTAF está contra o novo programa de rescisões apresentado pelo Departamento de Capital Humano do Novo Banco.
Os prejuízos agora anunciados são uma limpeza, forçada e voluntária, num claro aproveitamento dos apoios do estado e ao despacho de empresa em reestruturação que termina em Dezembro de 2018.
Mais uma vez, os trabalhadores são chamados individualmente para um novo programa de rescisões, não havendo por parte da empresa a informação devida junto das estruturas representativas dos trabalhadores, para assim obterem mais sucesso nas negociações isoladas, para que o trabalhador sozinho seja mais facilmente persuadido a aceitar.
Aos trabalhadores dão a falsa liberdade de aderir a um processo de despedimento coletivo encapotado que, ao deixar os sindicatos e demais estruturas de fora, não dá clareza a todo este processo. Pois, todos os trabalhadores são imprescindíveis para continuar a recuperar o prestígio desta instituição.
Mais uma vez a entidade patronal conta com o apoio de alguns sindicatos, que poderão voltar a ganhar com estas rescisões através dos SAMS, numa maneira encapotada de financiamento destes sindicatos (FEBASE, SNQTB, SIB).
Temos direito ao trabalho com dignidade, não somos descartáveis, só com trabalhadores motivados é que podemos progredir.
Sendo uma decisão única e exclusiva do trabalhador, o SinTAF está disponível para acompanhar e aconselhar todos dos seus sócios, assim como todos os outros trabalhadores.
Para reflexão:
Questão: Como é possível haver tantas imparidades que nos vão custar os nossos postos de trabalho?
Noticia de 20/03/2018
Novo Banco emprestou 18 milhões de euros à Sporting SAD
Endereço: https://observador.pt/2018/03/20/novo-banco-emprestou-18-milhoes-de-euros-a-sporting-sad/
Questão: Como é que estes sindicatos protegem os seus trabalhadores?
Noticia de 27/03/2018
Sindicato da UGT persegue sindicalistas
Endereço: https://www.abrilabril.pt/trabalho/sindicato-da-ugt-persegue-sindicalistas
Reunião do SINTAF/Novo Banco
A Comissão Intersindical do Sintaf no Novo Banco foi ontem recebida pelo Conselho de Administração, tendo a reunião iniciado às 17h e terminando às 20h, estando presentes o Dr. António Ramalho, Dr. José Eduardo Bettencourt, Dr.ª Isabel Cascão e Dr. Luis Franco. Pela Comissão Intersindical esteve presente, Rute Pires, Nuno Matos, Maria do Carmo Silva, Moisés Fernandes e Fernando Santos.
Na reunião foram debatidos os seguintes assuntos, que pensamos ser do interesse de todos os nossos sócios:
Programa de Transformação e Optimização, o Dr. António Ramalho informou que o plano de reestruturação do Novo Banco estava praticamente concluído até à entrada do novo accionista, estando só em falta a redução dos activos, que pensa atingir o objectivo com a venda de um conjunto de operações nomeadamente a Seguradora NB Vida, Sucursal Venezuela, B.I. Cabo Verde, Banco Vénétie.
Não está previsto mais nenhum plano de rescisões até a entrada do novo accionista. No entanto, haverá mais reformas antecipadas e poderá haver necessidade de ajustar serviços como aconteceu recentemente no Arquivo de Palmela.
Venda do Novo Banco à Lone Star, o Dr. António Ramalho informou que o objectivo é que a venda esteja concluída até Novembro de 2017, não podendo adiantar mais pormenores.
Integração dos trabalhadores dos ACE’s para o Novo Banco, o Dr. José Eduardo Bettencourt informou que já houve a integração de aproximadamente 144 trabalhadores, e que ontem iniciaram a integração de mais serviços do ACE2, concretizando uma reivindicação do SINTAF desde 2011.
O processo de integração será efectuado progressivamente, conforme a possibilidade contabilística do Banco, não havendo data prevista para a sua conclusão. Questionamos as condições de integração dos trabalhadores, fomos informados que estas seriam divulgadas após a concretização das reuniões com os trabalhadores.
Relativamente aos trabalhadores da GNB Recuperação de Crédito ACE.
Ainda não há previsão para a possível integração no Novo Banco, estando a situação em estudo, não sendo uma prioridade da administração.
Foi-nos assegurado que a Recuperação de Crédito é uma área fundamental para o Novo Banco. É uma área a melhorar e com muito trabalho no presente e futuro.
O SINTAF entregou o documento realizado em 2014, entregue aos anteriores administradores, com propostas de melhorias para o funcionamento da DRCR. Esta Administração demonstrou grande interesse no seu conteúdo, prometendo analisá-lo .
O SINTAF demonstrou a sua disponibilidade para analisar e negociar a integração dos trabalhadores.
O SINTAF encontra-se disponível para todos os sócios, com o compromisso de manter actualizada a informação que obtemos, com a garantia de que a mesma seja oficial e de fonte fidedigna.
Aos Trabalhadores do BPI
Os banqueiros catalães do CaixaBank, logo que formalmente empossados como senhores absolutos do BPI, lançaram um programa de eliminação de centenas de postos de trabalho com objetivos não fundamentados mas que, no essencial, se viram contra os trabalhadores do banco, gerando instabilidade
e insegurança, piorando as condições de trabalho e, a médio prazo, fazendo baixar a média salarial.
Para atingir esses objetivos, não sendo suficientemente lucrativo o recurso exclusivo às reformas antecipadas, por já haver poucos trabalhadores com idade próxima da idade da reforma, recorrem também ao processo de rescisões de contrato com aliciamentos especiais.
Para tal, os banqueiros contam mais uma vez com a cumplicidade dos sindicatos da UGT e dos Quadros Bancários e dos seus apêndices submissos na Comissão de Trabalhadores do Banco. Para tornar mais fácil esta eliminação dos postos de trabalho, o banco estabeleceu protocolos com aqueles sindicatos que, em relação aos SAMS, estabelece discriminações e viola os princípios constitucionais e legais da filiação e da liberdade sindical.
Só nos últimos dois anos, o BPI obteve cerca de 550 milhões de euros de lucro líquido consolidado que, no essencial, serviram para engrossar os bolsos e as fortunas dos banqueiros. Com o quadro de pessoal e a rede de balcões de que dispõe, o BPI estaria em excelentes condições para operar em Portugal, promovendo o financiamento à economia e às famílias e, em simultâneo, melhorando as condições de trabalho e de vida dos seus trabalhadores.
Em vez disso, o banco agora liderado pelos banqueiros do CaixaBank continua a via da redução dos postos de trabalho e da utilização dos imensos recursos de capital do banco para fins de especulação financeira e de obter lucros com os dinheiros dos outros.
A reestruturação em curso, assente na gestão cega e quase sempre desumana da diminuição de pessoal, levará necessariamente ao recurso a serviços mais baratos de outsourcing e, a futuras admissões de trabalhadores com salários mais baixos e com menos direitos. Aumentarão a precariedade e as desigualdades.
O SinTAF opõe-se a tais medidas e exorta todos os trabalhadores a recusarem todas as iniciativas que visem reduzir as suas condições de vida e de trabalho.
Organizados no SinTAF – Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira – seremos capazes de defender os postos de trabalho e recuperar salários dignos.
Pela Defesa Dos Postos De Trabalho E Dos Trabalhadores!!!
Por Condições De Trabalho Dignas E Com DIREITOS!!!
Romper com o Assédio Moral e Psicológico nos Bancos
A recente campanha da CGTP-IN contra o assédio moral coincidiu com mais um caso de suicídio dum bancário.
Não se podendo extrapolar situações individuais complexas que merecem análise ponderada nas suas diferentes vertentes sociais e psíquicas, é um facto inegável que este suicídio de um trabalhador do BPI, no gabinete da chefia, como outro anterior de um trabalhador do Novo Banco ocorreram em situações de trabalho propícias a actos de desespero.
As políticas de desumanização do trabalho levadas a cabo nos bancos, com o agravamento da precariedade e a eliminação de direitos no trabalho e a criação de múltiplas formas de insegurança no emprego, geram insatisfações e fragilidades na vida pessoal e familiar dos trabalhadores.
A gestão dos bancos portugueses, dominados, com excepção da CGD e do Montepio, por capitalistas estrangeiros, utiliza os recursos humanos e financeiros dos bancos prioritariamente para obter o máximo lucro e não para apoiar a economia. Para isso, aprimora as técnicas da especulação financeira e da exploração dos trabalhadores.
Aproveitando as cedências dos sindicatos da UGT na concertação social e na negociação colectiva, os bancos destruíram os principais direitos que os bancários tinham conquistado e que lhes davam segurança e dignidade no trabalho. Citando um exemplo expresso no relatório dos resultados de exercício dos primeiros nove meses de 2016 do Banco BPI, só este banco poupou em apenas esses nove meses, por força das últimas alterações ao acordo colectivo de trabalho e da consequente da detioração das condições de trabalho, 43 milhões de euros.
Com tal gestão, os bancos eliminaram milhares de postos de trabalho nos últimos anos. Só durante os anos da troika foram destruídos mais de 8000 postos de trabalho. E a sanha destruidora continuou e, já em 2016, foram forçados a abandonar o sector cerca de 2000 trabalhadores dos cinco principais bancos a operar em Portugal (CGD, Novo Banco, BCP, BPI e Santander Totta).
Em todo o sector, continuam as políticas de destruição e medo. Os catalães do CaixaBank anunciaram, no âmbito da OPA com que tomaram o BPI, uma nova “limpeza” de 1000 trabalhadores. O Novo Banco prossegue o seu plano de despedimentos para ser oferecido mais “limpinho” ao fundo americano que o quer comprar a preço de saldo, para depois o poder utilizar com grandes lucros. A CGD apresentou um plano “salvador” para mandar para casa mais de 2000 trabalhadores. O Millennium BCP, o Totta, o Montepio e praticamente todos os bancos realizam semelhantes cenários de terror.
Não se pode estabelecer uma causalidade linear entre situações específicas nos locais de trabalho e os actos de desespero e de autodestruição dos trabalhadores. Muitas vezes, os próprios chefes são vítimas das engrenagens e das pressões exercidas pelos seus mandantes.
Mas os banqueiros e o capitalismo voraz são responsáveis pelas situações que atentam contra a integridade moral e psicológica dos trabalhadores e que geram os sentimentos de insegurança e de medo do futuro.
Denunciando e combatendo o assédio e a coacção psicológica nos locais de trabalho, o SINTAF reclama uma mais clara regulamentação da proibição de actos repressivos geradores de violências físicas e psicológicas no trabalho e da penalização e criminalização dos responsáveis por tais actos.
Mas o SINTAF luta também por um controle público dos bancos que torne possível que os mesmos cumpram o seu papel ao serviço da economia e em que o trabalho tenha valores e direitos e em que os postos de trabalho sejam defendidos como factor de riqueza.
O SINTAF luta por bancos com condições de trabalho dignas, estáveis e com futuro promissor e em que os trabalhadores se sintam, não como peças descartáveis, mas como parte integrante e respeitada.
O SinTAF – Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira, vem dar conhecimento aos vários órgãos de comunicação da situação no Grupo Novo Banco:
SOBRE PLANO DE REESTRUTURAÇÃO DO NOVO BANCO
O SinTAF – Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira, reuniu com o Conselho de Administração do Novo Banco. Foi-nos apresentada a 2ª fase do plano de reestruturação do Novo Banco com um novo programa de alienação de empresas do grupo, rescisões e reformas antecipadas, num total de 1500 trabalhadores, a ser concretizado até 30/06/2017.
Até Janeiro de 2017 saíram 1142 trabalhadores, nesta continuidade do plano de reestruturação iniciado em 2016, o objectivo será de saída de mais 358 trabalhadores, prevendo-se que 150 a 200 sejam por reformas antecipadas.
O Novo Banco já reduziu a sua rede comercial de 550 Balcões para 537 balcões, com este plano de reestruturação irá reduzir mais 62 balcões, ficando a rede comercial com 475 agências.
Reiterámos junto da Administração do NB a nossa preocupação face às negociações entre o Banco de Portugal (Sérgio Monteiro) e a Lone Star (Fundo de Investimento) cuja actuação a nível mundial demonstra claramente a sua génese predadora, necrófaga e especulativa e não augura nada de bom para os trabalhadores, não havendo qualquer garantia de não aplicação de um novo plano de reestruturação.
O Novo Banco pela sua dimensão, pelo apoio que pode dar às micro, pequenas e médias empresas e às famílias, devia manter-se sobre o controle público do estado e colocado ao serviço do desenvolvimento económico do país e das famílias.
Só com a nacionalização do Novo Banco se pode garantir a continuidade dos postos de trabalho, bem como a estabilidade da economia portuguesa, colocando na esfera pública o terceiro maior banco do país.
O SinTAF, irá continuar atento a todo o processo de reestruturação do Novo Banco, sempre que estiver em causa os direitos dos trabalhadores.
Sem outro assunto de momento, com os melhores cumprimentos,
Lisboa, 21 de Fevereiro de 2017
Para qualquer esclarecimento é favor contactar a Dirigente Maria do Carmo Silva, TM 968 119 438
Comissão Intersindical dos SINTAF/Novo Banco informa:
– Acordo de empresa entre a E. S. Recuperação de Crédito, A. C. E., e o SINTAF — Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira.
Boletim do Trabalho e Emprego, n.o 22, 15/6/2011 (Documento em formato pdf)




