Ainda está a tempo de assinar a petição conta o Pacote Laboral a entregar ao Governo.
https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT128857
O SinTAF é filiado na Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – CGTP/Intersindical, apresenta-se com uma posição firme e claramente comprometida na defesa dos direitos dos trabalhadores do sector financeiro.
Ainda está a tempo de assinar a petição conta o Pacote Laboral a entregar ao Governo.
https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT128857
Trabalhadores do BNP Paribas em greve, depois de sucessivos plenários largamente participados, contra as várias tentativas de bloqueio à liberdade de reunião, por um acordo de empresa justo, que contemple progressão na carreira em função da experiência, salários dignos para quem faz o sexto maior banco do mundo mexer, e hoje em solidariedade com todos os outros setores contra o pacote do patrão, contra o agravamento da exploração de quem trabalha, pelo fim da precariedade, contra os despedimentos sem justa causa, pela revogação da caducidade da contratação coletiva, por um Portugal de progresso, um Portugal de Abril que não admite mais retrocesso!
#todosàgrevegeral




DIREITO À GREVE – PERGUNTAS E RESPOSTAS
GREVE GERAL
P – Quem tem direito a fazer greve?
R – O direito à greve, consagrado na Constituição da República Portuguesa, é um direito de todos os trabalhadores, independentemente da natureza do vínculo laboral que detenham, do sector de actividade a que pertençam e do facto de serem ou não sindicalizados.
P – Pode um trabalhador não sindicalizado ou um trabalhador filiado num sindicato aderir à greve declarada por um outro sindicato?
R – Pode, desde que a greve declarada abranja a empresa ou sector de actividade bem como o âmbito geográfico da empresa onde o trabalhador presta a sua actividade que, no caso do pré-aviso da CGTP-IN dá cobertura a todos.
P – Deve o trabalhador avisar antecipadamente a entidade empregadora da sua intenção de aderir a uma greve?
R – Não, o trabalhador, sindicalizado ou não, não tem qualquer obrigação de informar o empregador de que vai aderir a uma greve, mesmo no caso deste lho perguntar. Contudo, para evitar alguma falta injustificada essa justificação poderá ser dada.
P – E depois de ter aderido à greve, tem que justificar a ausência?
R – Os trabalhadores não têm que proceder a qualquer justificação da ausência por motivo de greve.
P – O dia da greve é pago?
R – Não. A greve suspende, no que respeita aos trabalhadores que a ela aderirem, as relações emergentes do contrato de trabalho, nomeadamente o direito à retribuição e, consequentemente, o dever de assiduidade.
P – E perdem também direito ao subsídio de assiduidade?
R – Não. A ausência por motivo de greve não afecta a concessão de subsídio de assiduidade a que o trabalhador tenha direito.
Não prejudica também a antiguidade do trabalhador, designadamente no que respeita à contagem do tempo de serviço.
P – Quem pode constituir piquetes de greve?
R – Os piquetes de greve são organizados pelos sindicatos e são constituídos por um número de membros a determinar pelos respectivos sindicatos para cada empresa.
P – Quem pode integrar os piquetes de greve?
R – Podem ser integrados por trabalhadores da empresa e representantes das associações sindicais, mas sempre indicados pelos sindicatos respectivos.
P – Que competências têm os piquetes de greve?
R – Os piquetes de greve desenvolvem actividades tendentes a persuadir os trabalhadores a aderir à greve, por meios pacíficos e sem prejuízo do reconhecimento da liberdade de trabalho dos não aderentes à greve
P – Os piquetes de greve podem desenvolver a sua actividade no interior da empresa?
R – Sim. Desde que não ofendam ou entravem a liberdade de trabalho dos não aderentes.
P – O patrão pode por qualquer modo coagir o trabalhador a não aderir a uma greve ou prejudicá-lo ou discriminá-lo pelo facto de a ela ter aderido?
R – Não. É absolutamente proibido coagir, prejudicar e discriminar o trabalhador que tenha aderido a uma greve.
Os actos do empregador, que impliquem coacção do trabalhador no sentido de não aderir a uma greve e/ou prejuízo ou discriminação pelo facto de a ela ter aderido, constituem contra-ordenação muito grave e são ainda punidos com pena de multa até 120 dias (art.ºs 540.º e 543.º do CT, respectivamente).
O SINTAF saiu à rua no dia 08 de Novembro, em Lisboa.
Eram muitos, muitos mil, que apesar dos esforços de alguns meios de informação, foi impossível esconder.
Os trabalhadores encheram a Avenida da Liberdade contra o pacote laboral que o governo e os patrões pretendem impor ao trabalhadores.
O SINTAF apela para a mobilização: -todos para a Greve Geral de 11 de Dezembro.
Contra:
-a perpetuação dos baixos salários;
-precarização dos postos de trabalho;
-criação de mecanismos que impedem a contratação colectiva;
-desregulação dos horários que impactam na organização das famílias;
-implementação do trabalho não pago;
-impedimento da liberdade sindical e direito à greve, ultimo bastião na defesa dos poucos direitos que os trabalhadores ainda possuem;
-liberdade só para o lado do patronato em aplicar, ou não, a Lei;
-medidas que impactam precisamente nos mais pobres que mesmo a trabalhar continuam pobres.
Que ninguém tenha dúvidas. As medidas impostas pelo governo, apoiadas pelos partidos da direita e pelo patronato, impactam muito negativamente naqueles que vivem da força do seu trabalho.




Os trabalhadores do BNP Paribas estiveram presentes na Jornada Nacional de Luta contra o Pacote Laboral convocada pela CGTP-IN, no passado Sábado, 20 de Setembro de 2025.
Juntos com outros milhares, de todos os setores, mostramos que os trabalhadores do setor financeiro também lhes fazem frente, que não engolem o conjunto de medidas que nos querem impor e que já amanhã estaremos nas empresas e nos locais de trabalho, junto dos trabalhadores.
Contra a precariedade, os baixos salários, e contra os despedimentos sem justa causa, junta-te a nós!
Contacta o SinTAF e sindicaliza-te!

No Porto e depois em Lisboa, o SINTAF participou na jornada nacional contra o pacote laboral que o governo patrocina contra os trabalhadores. Esta é a maior ofensiva aos direitos mais fundamentais dos trabalhadores. Só com a luta e resistência de todos os trabalhadores é possível travar estas propostas desumanas. Sindicaliza-te, informa-te e luta lado a lado.

O SinTAF contactou com trabalhadores do BNP Paribas, numa ação de denúncia do Pacote Laboral apresentado pelo Governo.
Este assalto aos nossos direitos vai ao encontro dos desejos mais perversos do Patrão destes e de todos os trabalhadores no nosso Portugal.
Tomar iniciativa com alegria e pela unidade na luta, esta é a resposta que o SinTAF escolhe dar.
Junta-te a nós na manifestação de dia 20/09, em Lisboa (15h M. De Pombal) e no Porto (10h30 P. Do Marquês)!
Lisboa 18-09-2025
CONTRA O PACOTE LABORAL SEC. XIX
O SinTAF está contra a proposta de alteração da lei laboral, porque é uma proposta que visa desequilibrar, ainda mais, as relações laborais entre patrões e trabalhadores.
Em Portugal fala-se muito da falta de mão de obra, dos baixos salários que não dão para uma vida digna.
Esta alteração pretende:
Sabemos por a comunicação social que Portugal é muito lucrativo e dos excedentes orçamentais conseguidos com a cobrança de impostos, então qual a justificação para este ataque a quem menos tem? GANÂNCIA!
Temos de impedir a concretização deste pacote laboral que leva os trabalhadores, reformados e suas famílias para a escravidão.
Vem à manifestação Sábado dia 20 Setembro no Marquês de Pombal.
Junta a tua voz e descontentamento à luta de todos os trabalhadores.
O trabalho e os trabalhadores têm de ser valorizados e não tratados como peças descartáveis.
A luta dos trabalhadores continua a ser, como sempre, elemento decisivo para resistir, defender, repor e conquistar direitos.
É o primeiro acto de participação sindical de um trabalhador.

Em 2024 os principais bancos a operar no mercado Português tiveram mais de 5 mil milhões de euros de lucro, isto dá 14 milhões por dia. Um escândalo pornográfico neste país com tantas necessidades
